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Redução de estoques e estratégias de produção: O princípio do mínimo inventário



Qualquer que seja a estratégia adotada, a gestão dos estoques permanece importante. No entanto, seu foco deve variar, em função da necessidade específica de cada cenário.

O “estoque”, segundo Nigel Slack (Princípios da Administração da Produção, 2001), é definido como “a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação”.

Segundo Slack, independentemente de qual material ou de qual ponto do processo ou operação, sempre que houver diferença de ritmo (ou taxa) entre suprimento e demanda haverá formação de estoques.

A figura 1 apresenta uma analogia bastante utilizada para exemplificar esta questão. O tanque de água simboliza a quantidade necessária para equalizar as taxas de suprimento (entrada) e de demanda (saída). Quando a operação exige uma taxa de demanda maior que o fornecimento, o estoque se reduz; quando a operação trabalha a uma taxa de demanda mais baixa que o fornecimento, o estoque aumenta. Desse modo, se for possível equilibrar as taxas de suprimento e demanda, a condição de mínimo estoque será alcançada.

O princípio do mínimo inventário (um dos pilares de um programa LEAN) preconiza que as operações industriais devem dimensionar estoques de acordo com a demanda.

Este princípio pode ser operacionalizado através do sistema JIT (Just In Time): produzir apenas as quantidades solicitadas pelo cliente (interno ou externo), no padrão de qualidade requerido, e no momento adequado, e também pode ser expandido para operações de serviços.

Produzir itens, componentes ou produtos antes do momento adequado gera estoques de acabados. Quanto maior esta quantidade, maior a necessidade de espaço de armazenagem, mão de obra para controle, recursos de TI para supervisão e Figura 1: Estoque formado em função da diferença de taxa entre suprimento e demanda equipamentos para movimentação e guarda. Portanto, maiores custos de armazenagem.

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