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Desafios dos processos e usinagem com ausência de fluidos lubrirrefrigerantes: Processo de furação



A s organizações trabalham em prol de aprimorar seus processos produtivos para mitigar os custos e aumentar a qualidade do produto final. Isso faz com que as empresas procurem por tecnologias e metodologias inovadoras que sejam capazes de aprimorar as técnicas de forma positiva.

Os processos de usinagem apresentam alta aplicabilidade nas indústrias, além de serem métodos de fabricação com destaque na maioria dos segmentos de manufatura atual. Dentre os processos de usinagem, a furação ocupa um lugar eminente tanto pela sua ampla utilização, quanto pela dificuldade das operações.

A furação possui algumas peculiaridades, entre elas, difícil transporte de cavacos e altas taxas de desgaste. Esses fatores tornam a furação um dos mais complexos processos de usinagem, em que pequenas modificações nas grandezas de entrada do processo podem representar uma transformação significativa na vida da ferramenta.

Na furação com ausência de fluidos lubrirrefrigerantes, a falha da ferramenta é um fator importante que afeta a produtividade e a eficiência na produção. Os processos de furação sem fluido apresentam-se como uma solução viável quando o objetivo é reduzir gastos com fluídos e aumentar o cuidado com o meio ambiente e a saúde do operador. No entanto, é preciso entender o método para ajustá-lo de forma eficaz. E, uma vez que as companhias compreenderem a importância dessas práticas para elevar suas reputações no mercado, minimizar custos e aprimorar a qualidade, a propensão é que essas ações se tornem cada vez mais frequentes.

Buscando contribuir com o entendimento dos desafios da furação sem fluído, foram desenvolvidos diversos ensaios de furação com parceiros usuários. Este artigo é um breve descritivo de alguns dos resultados obtidos neste projeto. O primeiro resultado apresentado contou com o uso de fluído lubrirrefrigerante e, em seguida, realizaram-se três ensaios sem fluidos. Nesses foram variados a velocidade e a estratégia de corte, com o objetivo de atingir resultados similares ou melhores do que os realizados primeiramente. A Tabela 1 mostra as especificações dos ensaios. Primeiramente, ocorreu um ensaio com emulsão, com o intuito de refrigerar e lubrificar as proximidades da região de corte; depois optou-se por retirar o fluído e reduzir a velocidade de corte; em seguida, mudou-se a estratégia de avanço, intermitente sem e com recuo para fora do furo. Os resultados estão expostos a seguir.

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