img-komet5

Komet aposta na especialização para crescer no mercado

Empresas menores precisam encontrar um nicho no qual se especializar e, a partir disso, desenvolver uma estratégia clara de posicionamento na mente de seus respectivos clientes.

Em busca de maior participação em vendas, cada fornecedor de ferramentas de corte empenha-se por encontrar uma maneira de se posicionar em relação à percepção de valor de seus clientes (ativos e potenciais), para, assim, conquistar um lugar de destaque na memória de seu público-alvo e, com isso, ser lembrado na hora em que tais clientes necessitem comprar algum produto ou serviço que esses fornecedores tenham condições de atender. Quem não é lembrado, sequer é convidado a orçar e, dessa forma, as chances de venda diminuem.

Atualmente, acredita-se que mais de 80% dos negócios, no mercado global de ferramentas de corte, estejam nas mãos de uma meia dúzia de grandes grupos multinacionais que, juntos, congregam algumas dezenas de marcas. Tais grupos foram crescendo, ao longo do tempo, tanto por meio de aquisições de empresas menores que pudessem completar suas linhas de produtos e serviços, quanto pelo bom atendimento que têm prestado ao mercado. Devido ao porte e à diversidade de frentes em que atuam, são levadas a distribuir os esforços de pesquisas e desenvolvimento de produtos, assim como os investimentos em modernização do parque fabril em pelo menos quatro grandes áreas de aplicação: [1] Torneamento (incluindo interno, externo, roscas, cortes e ranhuras), [2] Fresamento, [3] Furação e [4] Ferramentas de Fixação.

De modo geral, tais empresas disputam os mesmos segmentos de mercado e o mesmo tipo de clientes, valendo-se, para isso, de estratégias de vendas muito parecidas, calcadas em serviços de assistência técnica e consultorias, procurando evidenciar os benefícios que proporcionam aos seus pretendidos clientes, na forma de aumentos de produtividade, reduções dos custos finais de fabricação, racionalizações de inventário e assim por diante. Como visam o mesmo tipo de cliente e se valem de estratégias de vendas muito parecidas, travam uma batalha “sangrenta”, ou seja, de vida ou morte, em um ambiente que os professores W. Chan Kim e Renée Mauborgne chamaram de oceano vermelho, em seu livro “A estratégia do Oceano Azul”.

Acesse e leia a matéria completa:



There are no comments

Add yours