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Imprimindo o futuro da modelação



Empresas investem na impressão 3D e reduzem drasticamente os tempos de elaboração de protótipos e desenvolvimento de produtos, garantindo inovação rápida e maior competitividade.

A Terceira Revolução Industrial não está relacionada a fábricas ou produção em grande escala como aconteceu nas revoluções anteriores, é exatamente o contrário, essa nova revolução pode acontecer na sua casa, em poucos minutos, com uma simples impressora. Para os que acompanharam a série Jornada nas Estrelas, a impressão de objetos tridimensionais pode parecer familiar, porém os avanços nesta área não deixam de causar espanto.

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O primeiro a considerar a impressão 3D como marco da Terceira Revolução Industrial foi Chris Anderson em seu livro Makers: A terceira revolução industrial (2012). Segundo ele, com a impressão 3D, o poder de produção foi transferido para pessoas comuns, que podem escolher o quê, como e quando produzir.

Embora a impressão 3D (também chamada de manufatura aditiva ou prototipagem rápida) não seja um fenômeno tão recente (teve seu início nos anos 80, nos Estados Unidos), só agora começa a se tornar mais acessível e está presente nos mais diversos setores, como medicina, odontologia, design e engenharia.

Impressoras 3D apontam para um caminho sem retorno, quem entender isso primeiro poderá levar vantagem.

Sua utilização na indústria, principalmente automotiva, é essencial para o ganho de competitividade, afinal permite apresentar novidades com mais qualidade, rapidez e segurança. Valter Estevão Beal, doutor em engenharia mecânica e gerente da Área de Desenvolvimento de Produtos Industriais do Senai Cimatec em Salvador (BA), explica que a impressão 3D representa muitas vantagens para a indústria. “Testes e avaliações de projetos e de processos resultam na melhoria da qualidade, redução de tempo e custos no desenvolvimento de novos produtos”, afirma.

Para Beal, ainda há uma desvantagem na utilização de protótipos rápidos: “as propriedades das peças fabricadas ainda não são iguais as dos materiais que serão empregados na produção da peça. Então a avaliação ou teste ainda depende de um certo grau de experiência da equipe de projeto em analisar o desempenho, que pode até mesmo ser superior ao do material de processo”, defende. Porém, o doutor em engenharia acredita que esse gap entre a peça real e a prototipada está diminuindo, mas, dificilmente, será igual.

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