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Gühring investe 6 milhões de euros em busca de hegemonia no campo das ferramentas rotativas



Em busca de reposicionamento da marca e expansão de negócios, a empresa investe em nova fábrica no interior paulista em busca de consolidação como líder em ferramentas rotativas.

Fundada em 1898, a Gühring, cuja matriz localiza- -se em Albstadt, na Alemanha, é uma empresa familiar que se encontra já em sua 3ª geração de gestores e que desenvolveu uma trajetória de sucesso até a posição de liderança que ocupa hoje entre os fabricantes e fornecedores de ferramentas de corte rotativas. Empresa privada, emprega, aproximadamente, 5.000 pessoas que atuam nas áreas de manufatura, serviços e vendas em suas diversas subsidiárias estrategicamente distribuídas ao redor do mundo. Trata-se de uma empresa alemã líder em ferramentas rotativas e está presente em 43 países. Seu faturamento global em 2012 alcançou 700 milhões de euros, um crescimento de 25% em relação ao ano anterior. Para garantir a qualidade de todos os 44 mil produtos da linha standard e projetos especiais, a empresa controla todo o processo de produção, desde a matéria-prima até a chegada às mãos do cliente.

A companhia conta com instalações fabris, departamentos de projetos, pesquisa e desenvolvimento que lhe permitem oferecer um pacote completo de soluções em ferramentas rotativas, o que inclui, também, ferramental de fixação. Além disso, possui equipamentos para fazer o revestimento das ferramentas com camadas extrafinas de nitreto de titânio tanto na fabricação de novas, quanto na recuperação de ferramentas após os serviços de reafiação, que fazem parte de sua oferta ao mercado. Completando o seu portfólio, a Gühring fornece, ainda, soluções para armazenamento e o software próprio GTMS (Gühring Tool Management Software) para a gestão de ferramental. O software auxilia na identificação de custos encobertos, que costumam interferir negativamente no desempenho da fábrica, por exemplo:
Repentino aumento nos desgastes das arestas de corte;
Retiradas incorretas de ferramentas;
Tempo efetivo de máquina perdido;
Cálculos incorretos na estimativa da vida útil das ferramentas;
Problemas nas rotinas de suprimento.

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