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Feedback: um poderoso aliado na gestão de pessoas



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5 comentários

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  1. Sergio de Andrade Silva

    Cara Sra. Samanta Lucini, boa tarde. O tema “Feedback” é tão importante, quanto intrincado. Vejo que a Sra. o domina com excelência, pois, com tão pouco, pude aprender bastante. Ele envolve, é claro, psicologia, educação, desenvolvimento, formação e muitas outras matérias intrínsecas ao ser humano, como a própria “formatação”. A questão básica da abordagem do “líder” com o “liderado”, em relação ao feedback, nos leva também a fatores como medo e competição. Como exemplo: um chefe que se sente ameaçado por um liderado que se exponencia, começa, então, a apresentar um feedback (por vezes, até montado) diante de seus superiores para expo-lo a uma diminuição de valores , e assim, consubstanciar a sua chefia. O que também costuma ocorrer muito é o que eu chamo de efeito “turco”. Minas Gerais e Goiás tem muitos descendentes árabes que os chamamos de “turcos”. Uma das brincadeiras que fazíamos eles era a de contar dinheiro. Dizíamos que o turco, ao receber uma conta, ele só contava o pacote até a penúltima nota, vendo apenas a última sem puxá-la, pois poderia haver outra por baixo e isto seria “lucro” sem desonestidade! O liderado, muitas vezes, prefere não receber o conteúdo de seu feedback, pois fica para ele a possibilidade de achar que está tudo bem; uma vez, porém, recebido esse conteúdo de observação corretiva, automaticamente fica, para ele, a impressão de que a sua carreira está comprometida. Isso é sintomático! Se fecha mais, começa a pisar em ovos no seu relacionamento com os colegas, podendo mesmo a chegar ao ponto de começar a procurar outro emprego. A abordagem na aplicação de instrumentos de feedback requer muito mais treinamento do que a montagem do feedback, pois pode levar à destruição de um funcionário de alto potencial funcional, principalmente com os de baixo controle emotivo. É um tema, esse feedback, inesgotável! Mas de suma importância. Parabéns pelo seu trabalho.

    • manufatura

      Boa noite Sergio, tudo bem?

      perdão pela demora em responder. Agradecemos pela sua participação. a faça sempre que possível.

      em relação ao conteúdo, repassarei à Samanta Luchini para que responda com mais propriedade aos seus comentários, ok!

      Abços
      André Berté
      M. em Foco

    • Samanta Luchini

      Olá Sérgio, como vai?
      Em primeiro lugar quero agradecer seu contato e seu valioso feedback sobre o artigo.
      Fico muiot feliz em perceber que ele te proporcionou tão ricas reflexões.
      A sua percepção está sim muito correta em relação ao liderado, quando este recebe um feedback. Nem todo mundo está aberto ou sabe receber críticas e fazer bom uso delas no sentido aprender, crescer e avançar.
      E se considerarmos ainda aquelas situações onde o líder sente-se ameaçado pela atuação de seu subrodinado. é bastante óbvio que o feedback não seja adequado ou eficaz.
      E a metáfora do efeito turco é perfeita para essa reflexão. Eu ainda não conhecia e certamente ela ajuda a ilustrar nosso tema um pouco mais.
      Como esse tema é de fato inesgotável e você demonstra bastante interesse, vou tomar a liberdade de te indicar um livro excelente, do qual eu retirei uma parte dos conceitos do artigo. O livro se chama “Preciso Saber de Estou Indo Bem” de Richard L. Willians.
      O autor usa uma história que se passa com um gerente, tanto dentro da empresa quanto nos seus relacionamentos familares, para apresentar a relevância do feedback e os pontos que devemos considerar para fornecermos um feedback assertivo. Tenho certeza que você vai gostar.
      De qualquer forma, na próxima edição da revista teremos a segunda parte desse artigo.
      Esperamos por você.
      Um grande abraço e até breve.
      Samanta Luchini


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