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Com o tempo a seu favor, Makino se prepara para a retomada do mercado



A Makino do Brasil tem aproveitado a crise do setor para se preparar e competir com as principais concorrentes no Brasil e na América Latina.

“Apesar de ser um país evidentemente com potencial, seria necessário ter cautela para investir por aqui”, Ana Fontes, responsável por desenvolvimento de novos negócios da Makino no Brasil.

Há cerca de quatro anos, um grupo de diretores da Makino saiu do Japão para desbravar o mercado brasileiro. Os Estados Unidos enfrentavam uma crise iniciada em 2008 que chegou a ser comparada com a Crise de 29 – período conhecido como a Grande Depressão. O momento era favorável para o Brasil e a empresa de máquinas de alta tecnologia acreditava que já deveria estar explorando este mercado tão promissor. Ao chegar em 2010, porém, os executivos notaram que, embora o cenário fosse animador, a fase de bonança não duraria muito tempo.

“O mercado estava muito ruim e o Brasil estava numa fase muito boa, então os japoneses da Makino pediram urgência para entrarmos nesse mercado. Ela estava atrasada, porque a concorrência já estava aqui há anos”, conta Ana Fontes, responsável por desenvolvimento de novos negócios da Makino no Brasil.

Ainda que um pouco frustrados com o que previram, investir em vendas diretas no Brasil ainda era uma meta para a Makino, que já tinha máquinas no país desde 1997. “Apesar de ser um país evidentemente com potencial, seria necessário ter cautela para investir por aqui”, afirma Ana. Foi em 2012 que ela, endossada para abrir mercado no país, encontrou o Grupo Bener. Desde então, a importadora e distribuidora multimarcas de máquinas-ferramenta se tornou a representante exclusiva da Makino no mercado brasileiro.

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