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Estampagem a quente de chapas metálicas: Melhorias de desempenho e redução de custos na indústria automotiva



Os mais diversos ramos da indústria metalmecânica nacional podem se beneficiar da redução de custos e melhoria de desempenho dos seus produtos pelo uso da estampagem a quente que ainda é restrita às empresas do setor automotivo, mas que apresenta grande potencial para a produção dos mais diversos componentes metálicos de alto desempenho.

Nos últimos anos, a busca na indústria automobilística por maior competitividade de mercado tem promovido o desenvolvimento de novos materiais (como novas ligas de alumínio, de magnésio e polímeros) que sejam adequados aos requisitos cada vez mais exigentes quanto à redução de peso de veículos, sem perda de desempenho. Como resposta, a indústria de aços também tem desenvolvido novas ligas especiais, que além de promover a desejada redução de peso responsável pela maior economia de combustível e redução dos impactos ambientais, também são capazes de garantir a segurança do usuário, sem que se pressione o custo de produção da matéria-prima.

Os aços de ultra-alta resistência mecânica
Foi neste contexto que surgiu (quadro 01), em 1998, o programa ULSAB (do inglês Ultra Light Steel Auto Body), financiado por um consórcio de 25 siderúrgicas mundiais, entre elas empresas brasileiras, tendo como objetivo desenvolver e empregar novos aços de ultra-alta resistência como os aços bifásicos (DP do inglês Dual Phase), os aços com fase complexa (CP do inglês Complex Phase) e os martensíticos que pudessem ser empregados para a fabricação de componentes das carrocerias.

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