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Ricos ainda mais ricos alimentam setor náutico



Segundo o IBGE, até 2014 a classe AB deverá crescer 29,3%, público consumidor de embarcações de lazer e esporte de até 26 pés. Mercado em grande expansão no país nos últimos sete anos que, apesar da estatística, manteve-se estagnado em 2013.

O crescimento da renda entre os mais ricos do Brasil tem contribuído para o avanço do setor náutico no país. Até 2016, seremos o país com maior crescimento no número de pessoas com mais de US$ 100 milhões. Ainda que existam embarcações com preços que não atingem o milhão, a classe A, ou acima dela, é responsável por alimentar o mercado de embarcações de recreio e esporte. Segundo estudo realizado em 2012 pela Associação Brasileira de Construtores de barcos e Seus Implementos (Acobar), o público-alvo deste segmento se destaca pela valorização da imagem e exclusividade, além de inovação e tecnologia atribuídas ao bem durável.

Até 2014, a classe AB deverá crescer 29,3% em comparação com 2012, de acordo com projeções do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas. A partir dessa expectativa, conclui-se que pessoas com este poder aquisitivo já possuem estrutura para adquirir bens duráveis de lazer, como lanchas e iates. Um exemplo disso é a crescente demanda de embarcações de alto padrão com comprimento entre 20 e 26 pés com valores que variam entre R$ 60 mil e R$ 120 mil, de acordo com a Acobar.

Nos últimos sete anos, o mercado náutico brasileiro apresentou as maiores taxas de crescimento em todo o mundo. Ainda que em expansão, a crise econômica de 2013 estagnou o mercado. Segundo o presidente da Associação, Eduardo Colunna, “se os ricos estão mais ricos, então eles não estão comprando novos barcos”. Ele explica que os resultados de 2013 ainda não foram avaliados estatisticamente (até o fechamento desta edição), porém revela que 2013 e 2014 são anos de estagnação comercial e expectativa para conclusões de movimentações econômicas.
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