https://www.manufaturaemfoco.com.br/wp-content/uploads/2014/08/capa-maquians-retificadoras.jpg

Máquinas retificadoras brasileiras além das fronteiras



Detentora de clientes como Ford, Toyota, Weg, Romi, Volkswagem, Embraer e Bosch, a fabricante de máquinas retificadoras cilíndricas – Zema – dá um passo mais firme para alcançar o mercado externo. Joint Venture, com o grupo alemão Junker, promete dobrar a produção da empresa até 2016.

“Nós temos a tecnologia e temos o produto, eles têm um mercado, então juntamos as forças”, diretor presidente da Zema, José Estefano Zselics.

Afabricante de máquinas retificadoras cilíndricas Zema Zselics Ltda anunciou parceria com o Grupo Erwin Junker Machinenfabrik GmbH, para avançar as vendas fora do país. Em 60 anos de história, a empresa já havia exportado seus equipamentos, mas essa é a primeira iniciativa concreta para exportação de máquinas. Em 1994, a empresa exportou as primeiras retificadoras da marca para os Estados Unidos, Itália, França e Canadá. O joint venture deve dobrar a produção industrial da Zema. O Grupo Junker ficará responsável pela venda externa das máquinas. O anúncio foi feito por representantes das duas empresas durante a 30ª edição da feira da Mecânica, realizada em São Paulo entre os dias 20 e 24 de maio.

“A Junker também trabalha com retificadoras cilíndricas, mas com máquinas de alta velocidade, é outra tecnologia dedicada a uma diferente área da manufatura. Nós complementamos a [linha] deles. Nós temos a tecnologia e temos o produto, eles têm um mercado, então juntamos as forças”, diz o diretor presidente da Zema, José Estefano Zselics. O portfólio da fabricante brasileira irá integrar o catálogo de produtos da empresa alemã. “Existe mercado mundial para as duas tecnologias”, afirma o diretor da Junker no Brasil, Dirk Huber.

A Zema fabrica retíficas CNC de alta qualidade, com velocidade até 60 m/s, usadas em aplicações convencionais. Já a Junker é uma das maiores fabricantes mundiais de retíficas de alta velocidade, que operam a até 250 m/s, com rebolo do tipo CBN.

De acordo com Zselics, o mercado mundial para as máquinas da fabricante nacional vai dos Estados Unidos e México até Portugal, Espanha, Itália, China, Tailândia e Coreia do Sul. “Já negociamos 15 máquinas com a China”, afirma. A empresa pretende dobrar a produção até 2016, que hoje varia de 25 a 30 máquinas/ ano, com faturamento anual de, aproximadamente, R$ 30 milhões. O aumento de produção também garantirá cerca de 50 novas vagas de emprego. Segundo Huber, as vendas serão focadas, inicialmente,
no México e nos Estados Unidos.

Acesse e leia a matéria completa:


Não há comentários

Adicione o seu