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Eficiência energética: um passo importante para o desenvolvimento sustentável



Embora existam diferentes tipos de energia, a mais utilizada atualmente nos processos industriais do mundo é a energia elétrica (não existem indústrias que não façam uso dela).

Por causa do crescimento populacional e do aumento permanente da produção de bens de consumo, é muito provável que no futuro não muito distante nos encontremos frente à falta de energia elétrica suficiente para atender as necessidades de todos, até porque a geração de energia, principalmente em países como o nosso, não acompanha a crescente necessidade da sociedade. Por isso, além de pensar em métodos alternativos para a obtenção desta imprescindível forma de energia para atender a demanda, é necessário avançar para o seu uso racional.

O uso racional de energia, além de colaborar com a preservação dos recursos naturais, implica na diminuição de custos, favorecendo a capitalização das empresas (aquisição de novos maquinários e modernização de linhas de produção) e, consequentemente, no aumento da produtividade e competitividade. Este artigo se baseia em um exemplo hipotético sobre a forma através da qual é possível reduzir os custos com energia elétrica no ambiente fabril.

Melhorar a eficiência energética pode ser lucrativo

Imaginemos que uma indústria que possua 20 motores elétricos de 50 HP que funcionem 8300 horas por ano, com rendimento de 91,5% queira substitui-los por outros de igual potência, porém com maior rendimento (94,0%) para diminuir o consumo de energia elétrica sem comprometer a performance produtiva.

Para calcular a economia que estas substituições produziriam, deveríamos fazer o seguinte cálculo:

kW Economizado = KW Saída x [(1/n motor padrão) – (1/n motor de alta eficiência)] kW Economizado = 50 x 0,746 x [(1/0,915) – (1/0,94)] = 1,0854

Através dos cálculos acima realizados, torna-se fácil entender que cada substituição geraria uma economia de 1,0854 kW. Isso significa que para descobrir a economia que cada motor geraria a cada ano bastaria multiplicar o montante economizado, em kW, pela quantidade de horas que cada motor funciona por ano (8300):

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