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Certificado de qualidade – Uma questão de zelo e atualização permanente



A certificação ISO 9001 é, sem dúvida, um atestado de competência que amplia o grau de competitividade de qualquer empresa, porém é necessária muita atenção com a manutenção do sistema da qualidade e com a atualização dos conceitos da norma.

Qualidade é algo que deve ser tratado com zelo e planejamento, evitando-se atropelos e improvisações, pois a pressa é inimiga da perfeição.

Dentre as normas de qualidade i m p l e m e n t a d a s e m u m a infinidade de empresas nacionais e internacionais, destaca-se a NBR ISO 9001 (pertencente a série ISO 9000), constituída de um conjunto de diretrizes voltadas ao campo da administração. Desde a sua publicação inicial, em 1987, firmou-se como uma referência mundial para o estabelecimento de sistemas de gestão e melhoria contínua da qualidade.

Conta-se que no pós-guerra, orientados pelos pensamentos estratégicos de estudiosos da gestão da manufatura, dentre os quais se destacam Willian E. Deming, Joseph M. Juran, Lawrence D. Miles, Genichi Taguchi, Taiichi Ohno, Shigeo Shingo, as indústrias japonesas obtiveram um enorme progresso, em termos de qualidade e produtividade a baixos custos. Com isso, lograram grande êxito na penetração de mercados europeus e americanos. Com produtos muito bem-acabados, racionais e a preços competitivos, em pouco tempo conquistaram a preferência de uma infinidade de clientes. Marcas como Toyota, Nissan, Mitsubishi, Sony, Honda rapidamente se tornaram marcas top of mind em nível global, contribuindo para que seu país de origem figurasse entre as três maiores economias do mundo.

Incomodadas com a progressiva perda de negócios, as indústrias desses mercados maiores, se viram necessitadas de tomar alguma providência, a fim de enfrentar o desafio japonês. Era preciso encontrar novos métodos de produção suficientemente capazes de colocá-los em pé de igualdade com os rivais asiáticos.

Para tanto, uma das estratégias adotadas foi elaborar normas que pudessem orientar e garantir a fabricação de bens de consumo de classe mundial, ou seja, competitivos em qualquer parte do mundo, independentemente de quem fossem os concorrentes. Foi esse contexto que contribuiu para que a ISO (International Organization for Standardization) desenvolvesse as normas da série 9000.

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